{"id":6987,"date":"2025-09-15T17:32:09","date_gmt":"2025-09-15T20:32:09","guid":{"rendered":"https:\/\/deolhonosocial.com.br\/?p=6987"},"modified":"2025-09-15T17:32:10","modified_gmt":"2025-09-15T20:32:10","slug":"maternidade-realiza-parto-de-jovens-indigenas-e-assegura-acolhimento-humanizado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/deolhonosocial.com.br\/index.php\/2025\/09\/15\/maternidade-realiza-parto-de-jovens-indigenas-e-assegura-acolhimento-humanizado\/","title":{"rendered":"Maternidade realiza parto de jovens ind\u00edgenas e assegura acolhimento humanizado"},"content":{"rendered":"\n<p>Atendimento seguiu protocolos de humaniza\u00e7\u00e3o e respeito \u00e0 diversidade cultural<\/p>\n\n\n\n<p>O Hospital e Maternidade Dona \u00cdris (HMDI) realizou, na \u00faltima semana, partos de duas jovens atendidas em Goi\u00e2nia com suporte da Casa de Sa\u00fade Ind\u00edgena (Casai). O atendimento seguiu protocolos de humaniza\u00e7\u00e3o e respeito \u00e0 diversidade cultural.<\/p>\n\n\n\n<p>A adolescente Narya Kotxihereru de Andeciwuala, 15 anos, da etnia Karaj\u00e1, deu \u00e0 luz Nasili Bohodidi Karaj\u00e1 por parto normal. Ela chegou a Goi\u00e2nia h\u00e1 cinco meses, vinda da aldeia JK, na Ilha do Bananal (TO), e realizou pr\u00e9-natal na rede b\u00e1sica de sa\u00fade da Vila Reden\u00e7\u00e3o. Narya preserva a l\u00edngua In\u1ef9 Ryb\u00e9, pr\u00f3pria de seu povo.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO atendimento na maternidade foi muito bom. Eu e minha fam\u00edlia nos sentimos acolhidos aqui na Dona \u00cdris\u201d, afirmou Narya.<\/p>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m recebeu atendimento na unidade Stefany Ara\u00fajo Lagares dos Santos, 19 anos, moradora da aldeia Buridina, em Aruan\u00e3 (GO). Ela foi submetida a cesariana, dando \u00e0 luz Luiz Andr\u00e9 Tximary, atualmente internado na Unidade de Cuidados Intermedi\u00e1rios Neonatal (UCIN). Stefany realizou o pr\u00e9-natal em Itabera\u00ed, antes de ser encaminhada a Goi\u00e2nia pela Casai.<\/p>\n\n\n\n<p>O secret\u00e1rio municipal de Sa\u00fade, Luiz Pellizzer, destacou a import\u00e2ncia da aten\u00e7\u00e3o e respeito \u00e0 diversidade das fam\u00edlias atendidas e afirmou que a unidade segue diretrizes do Sistema \u00danico de Sa\u00fade (SUS) na aten\u00e7\u00e3o materno-infantil. \u201cO hospital garante seguran\u00e7a cl\u00ednica, protocolos baseados em evid\u00eancias cient\u00edficas e pr\u00e1ticas inclusivas que asseguram assist\u00eancia integral a gestantes e rec\u00e9m-nascidos\u201d, disse.<\/p>\n\n\n\n<p>Para a diretora-geral da Maternidade Dona \u00cdris, Ana Carolina Garcia, o acolhimento dessas fam\u00edlias refor\u00e7a o compromisso da unidade com um atendimento humanizado e inclusivo. \u201cReceber gestantes ind\u00edgenas e de comunidades tradicionais \u00e9 uma grande responsabilidade. N\u00f3s trabalhamos para garantir que todas as m\u00e3es se sintam respeitadas, acolhidas e seguras, independentemente de sua cultura ou lugar de origem. Essas hist\u00f3rias mostram que estamos cumprindo nosso papel como uma maternidade de refer\u00eancia\u201d, destacou.<\/p>\n\n\n\n<p>Legenda: Unidade oferece acolhimento humanizado a m\u00e3es e beb\u00eas.<\/p>\n\n\n\n<p>Fotos: SMS<\/p>\n\n\n\n<p>Secretaria Municipal de Sa\u00fade (SMS) &#8211; Prefeitura de Goi\u00e2nia<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Atendimento seguiu protocolos de humaniza\u00e7\u00e3o e respeito \u00e0 diversidade cultural O Hospital e Maternidade Dona \u00cdris (HMDI) realizou, na \u00faltima semana, partos de duas jovens atendidas em Goi\u00e2nia com suporte da Casa de Sa\u00fade Ind\u00edgena (Casai). O atendimento seguiu protocolos de humaniza\u00e7\u00e3o e respeito \u00e0 diversidade cultural. A adolescente Narya Kotxihereru de Andeciwuala, 15 anos, da etnia Karaj\u00e1, deu \u00e0 luz Nasili Bohodidi Karaj\u00e1 por parto normal. Ela chegou a Goi\u00e2nia h\u00e1 cinco meses, vinda da aldeia JK, na Ilha do Bananal (TO), e realizou pr\u00e9-natal na rede b\u00e1sica de sa\u00fade da Vila Reden\u00e7\u00e3o. Narya preserva a l\u00edngua In\u1ef9 Ryb\u00e9, pr\u00f3pria de seu povo. \u201cO atendimento na maternidade foi muito bom. Eu e minha fam\u00edlia nos sentimos acolhidos aqui na Dona \u00cdris\u201d, afirmou Narya. Tamb\u00e9m recebeu atendimento na unidade Stefany Ara\u00fajo Lagares dos Santos, 19 anos, moradora da aldeia Buridina, em Aruan\u00e3 (GO). Ela foi submetida a cesariana, dando \u00e0 luz Luiz Andr\u00e9 Tximary, atualmente internado na Unidade de Cuidados Intermedi\u00e1rios Neonatal (UCIN). Stefany realizou o pr\u00e9-natal em Itabera\u00ed, antes de ser encaminhada a Goi\u00e2nia pela Casai. O secret\u00e1rio municipal de Sa\u00fade, Luiz Pellizzer, destacou a import\u00e2ncia da aten\u00e7\u00e3o e respeito \u00e0 diversidade das fam\u00edlias atendidas e afirmou que a unidade segue diretrizes do Sistema \u00danico de Sa\u00fade (SUS) na aten\u00e7\u00e3o materno-infantil. \u201cO hospital garante seguran\u00e7a cl\u00ednica, protocolos baseados em evid\u00eancias cient\u00edficas e pr\u00e1ticas inclusivas que asseguram assist\u00eancia integral a gestantes e rec\u00e9m-nascidos\u201d, disse. Para a diretora-geral da Maternidade Dona \u00cdris, Ana Carolina Garcia, o acolhimento dessas fam\u00edlias refor\u00e7a o compromisso da unidade com um atendimento humanizado e inclusivo. \u201cReceber gestantes ind\u00edgenas e de comunidades tradicionais \u00e9 uma grande responsabilidade. N\u00f3s trabalhamos para garantir que todas as m\u00e3es se sintam respeitadas, acolhidas e seguras, independentemente de sua cultura ou lugar de origem. Essas hist\u00f3rias mostram que estamos cumprindo nosso papel como uma maternidade de refer\u00eancia\u201d, destacou. Legenda: Unidade oferece acolhimento humanizado a m\u00e3es e beb\u00eas. 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